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Chamo-me Sebastião Barata e resido em Lisboa. Tenho 79 anos e leio desde muito novo. Uso a minha grande biblioteca para fazer vídeos e áudios que divulgo nas minhas redes sociais. Sigam-me!

“As Aventuras de Robin dos Bosques” é uma obra que resgata o espírito das lendas medievais e as apresenta com frescura, humor e um sentido de aventura contagiante. Publicado originalmente em 1883, o livro tornou-se rapidamente uma referência incontornável para quem quer conhecer o famoso fora-da-lei da floresta de Sherwood.

Howard Pyle reinterpreta as histórias populares de Robin dos Bosques, recolhidas da tradição oral e dos baladistas ingleses, e cria uma narrativa coesa, mantendo a essência das personagens clássicas como João Pequeno, Frei Tuck, Will Escarlate, Allan de Dale e o infame Xerife de Nottingham. O enredo é localizado por Pyle nos tempos escuros do reinado de Henrique II, no século XII, e desenrola-se em episódios independentes, cheios de ação, humor e desafios morais, ligados entre si pela figura carismática de Robin, que rouba aos ricos para dar aos pobres e age em nome de uma justiça popular.

Pelo que me foi dado perceber através das consultas que fiz na internet, o autor baseou cada um dos episódios numa lenda, balada ou conto popular, os mais antigos dos quais datam do século XII, o que revela a grande pesquisa que terá feito para escrever esta obra maravilhosa.

Pyle procurou reproduzir a escrita da época em que situa a história, pois nos apresenta um texto repleto de expressões e fraseados próprios da Idade Média, que nos fazem lembrar a escrita dos antigos cronistas, mas sempre com uma leveza que torna a leitura acessível e envolvente. A adaptação para o português nesta tradução mantém, na generalidade, essa atmosfera de encantamento, aproximando jovens e adultos da época em questão, sem sacrificar o ritmo da aventura.

O estilo de Howard Pyle é muito visual e dinâmico. Como ilustrador talentoso que era, descreve cenários e personagens com detalhes vívidos, tornando fácil para o leitor imaginar as florestas densas de Sherwood, os arcos tensos dos arqueiros ou a alegria das festas dos alegres companheiros. O humor subtil, presente nos diálogos e nas situações, contribui para a criação de um tom leve que diverte, mas o livro também oferece uma reflexão sobre justiça, liderança e solidariedade, que se mantém viva até aos dias de hoje.

“As Aventuras de Robin dos Bosques” é uma das versões literárias que mais têm contribuído para a divulgação do mito de Robin Hood, pois serviu de base para grande parte das adaptações posteriores na literatura, no cinema, na banda desenhada, etc.

Habitualmente recomendado para leitores jovens, pela característica aventureira do tema, agrada também a leitores adultos que procuram revisitar o imaginário das lendas inglesas ou simplesmente uma leitura leve e divertida.

Howard Pyle criou um clássico universal, onde equilibra ação, emoção e ensinamentos intemporais. Ler “As Aventuras de Robin dos Bosques” é uma experiência encantadora e enriquecedora, onde o leitor sente, em cada página, o contacto com a natureza e a liberdade que Robin dos Bosques e o seu grupo encontraram na Floresta de Sherwood.

Howard Pyle reinterpreta as histórias populares de Robin dos Bosques, recolhidas da tradição oral e dos baladistas ingleses, e cria uma narrativa coesa, mantendo a essência das personagens clássicas como João Pequeno, Frei Tuck, Will Escarlate, Allan de Dale e o infame Xerife de Nottingham. O enredo é localizado por Pyle nos tempos escuros do reinado de Henrique II, no século XII, e desenrola-se em episódios independentes, cheios de ação, humor e desafios morais, ligados entre si pela figura carismática de Robin, que rouba aos ricos para dar aos pobres e age em nome de uma justiça popular.

Pelo que me foi dado perceber através das consultas que fiz na internet, o autor baseou cada um dos episódios numa lenda, balada ou conto popular, os mais antigos dos quais datam do século XII, o que revela a grande pesquisa que terá feito para escrever esta obra maravilhosa.

Pyle procurou reproduzir a escrita da época em que situa a história, pois nos apresenta um texto repleto de expressões e fraseados próprios da Idade Média, que nos fazem lembrar a escrita dos antigos cronistas, mas sempre com uma leveza que torna a leitura acessível e envolvente. A adaptação para o português nesta tradução mantém, na generalidade, essa atmosfera de encantamento, aproximando jovens e adultos da época em questão, sem sacrificar o ritmo da aventura.

O estilo de Howard Pyle é muito visual e dinâmico. Como ilustrador talentoso que era, descreve cenários e personagens com detalhes vívidos, tornando fácil para o leitor imaginar as florestas densas de Sherwood, os arcos tensos dos arqueiros ou a alegria das festas dos alegres companheiros. O humor subtil, presente nos diálogos e nas situações, contribui para a criação de um tom leve que diverte, mas o livro também oferece uma reflexão sobre justiça, liderança e solidariedade, que se mantém viva até aos dias de hoje.

“As Aventuras de Robin dos Bosques” é uma das versões literárias que mais têm contribuído para a divulgação do mito de Robin Hood, pois serviu de base para grande parte das adaptações posteriores na literatura, no cinema, na banda desenhada, etc.

Habitualmente recomendado para leitores jovens, pela característica aventureira do tema, agrada também a leitores adultos que procuram revisitar o imaginário das lendas inglesas ou simplesmente uma leitura leve e divertida.

Howard Pyle criou um clássico universal, onde equilibra ação, emoção e ensinamentos intemporais. Ler “As Aventuras de Robin dos Bosques” é uma experiência encantadora e enriquecedora, onde o leitor sente, em cada página, o contacto com a natureza e a liberdade que Robin dos Bosques e o seu grupo encontraram na Floresta de Sherwood.

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